quarta-feira, 15 de abril de 2015

Aniversário Craf e com amor

Neste sábado comemorei mais um ano de vida e para não passar em branco comemorei na casa dos meus pais. A festa foi regada a comidinhas, brigadeiros e detalhes, todos feitos em casa por mim, minha mãe e minha avó.
Aniversário regado de carinho e com alegrias para guardar sempre na memória e que venham mais 34 anos pela frente.
 palha italiana e mousse de maracujá, na mesa alguns objetos de memória

 cheesecake de frutas vermelhas, criação da minha avó.
matrioska, boneca de barro e kokeshi enfeitam a mesa.

sabe bolo de festa que ninguém quer comer e fica sobrando, esse decididamente não foi o caso. O bolo acabou super rápido e eu mesma só provei um pedacinho.


plantas, gaiola e xales, mais simples impossível.

 brigadeiro de nozes com granulado de cacau 70%. Delicioso.
 brigadeiros de Nutella e palha Italiana, o detalhe vai pros meus livros prediletos de infância. A coleção da Laura Ingalls.

Cara de quem está muito feliz usando canudo fofo pra tomar guaraná. Melhor impossível.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Coelhices de páscoa: uma receita e muito amor

Esse ano eu e marido resolvemos não comprar chocolates na páscoa, pois ambos de dieta concluímos que não valia a pena. Nem vou entrar no preço dos ovos que realmente esta caro e vou direto a questão da dieta.
O dia não passou em branco e almoçamos na casa de parentes. Como sempre faço uma sobremesa e esse ano resolvi caprichar no carinho da embalagem.
A receita foi brigadeiro de ovomaltime:

2 latas de leite moça
6 colheres de sopa de ovomaltine
levar ao fogo baixo até dar ponto. Depois passe para os copinhos. Se quiser salpique um pouco do ovomaltine por cima de cada copinho, garante a crocância final (adoro inventar palavras e acho crocância uma palavra tão crocante, faz barulinho na boca)





Para decorar usei minha linda bandeja azul da alfândega. Um arranjo de coelhos que fiz em biscuit e uma plaquinha de giz com o nome do doce. Mais fácil impossível. Mas fica bonito.
totalmente apaixonada por essas mini cúpulas de acrílico. Vi em uma festa para servir docinhos. Pedi para dona que me explicou que eram decoração e iam pro lixo, um pecado, catei uma quatro e já dei dois presentes com elas. Mais fofo impossível.

Pra fechar o dia de páscoa ainda usei um camafeu de coelho da Alice que fui eu que fiz. Simples, bonito, gostoso e sem chocolates.
Camafeu da Alice e lenço de cabelo, amo os dois.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Recomendação de Livro: The Hauting of Sunshine Girl


   Quinze dias atrás vi uma recomendação de livro que me deixou bastante curiosa. Um livro sobre fantasmas  e que tem uma série no youtube: The Hauting of Sunshine Girl.


   O livro conta a história de Sunshine, uma adolescente que se muda com a mãe para o norte dos Eua. Logo que chega em sua nova casa Sunshine começa a escutar barulhos estranhos e a ouvir uma menina chamando seu nome. Sunshine resolve então tirar fotos e gravar vídeos com o objetivo de provar para sua mãe que a casa é mal assombrada.

 Ainda estou no começo do livro e hoje resolvi entrar no site no youtube. A mini série é bem legal e prende bastante, estou super curiosa para ver como a história se desenvolve. Achei diferente acompanhar o livro e e assistir alguns episódios da série.
Aqui embaixo segue o trailler:



   Li que quem teve a ideia de fazer a minisérie no youtube foi a autora do livro, que começou a fazer vídeos de 68 segundos onde dizia que iria capturar um fantasma e filma-lo. A série começou em 2011. Os vídeos se tornaram uma febre no youtube e o que antes era uma brincadeira da autora virou um trabalho em tempo real. A série já tem 4 anos mas o livro é lançamento. Inclusive comprei em pré venda na Amazon e foi bem barato. Parece que a fórmula deu tão certo que uma editora contratou a autora para fazer uma série de livros.



 O único porém é que tudo esta em inglês mas acho que devido ao sucesso logo vamos ouvir falar de uma tradução para o português.
Para quem tem interesse em séries de fantasmas e que esta querendo aperfeiçoar o inglês eu super recomendo a leitura. Boa para quem gosta de sustos.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Desafio Literário: março O Último Chefe Chinês



   Já tinha visto algumas propostas de desafios literários há algum tempo mas nenhum tinha me animado. Hoje, achei um que me interessou bastante por ser bem amplo e que casa bastante com minhas leituras pois como tenho algumas obrigatórias por conta do doutorado eu gosto de escolher livros de maneira bem aleatória e o desafio do tigre encaixa perfeitamente nesse quesito.
 Sendo assim já deixo minha resenha de março, a escolha foi um livro escrito por uma mulher.

livro: O último Chefe Chinês
autora: Nicole Mones
tamanho: 285 pgs
em inglês: lido no Kindle


achei as duas capas muito bonitas.

    O livro conta a história de Maggie, uma crítica de comida que acaba de ficar viúva. Enquanto ela tenta lidar com a perda do marido Maggie é obrigada a viajar para a China pois esta respondendo a um processo de paternidade em nome de seu falecido marido. Chocada com a revelação ela pede a sua editora alguns dias para lidar com a situação. Sua editora, porém resolve lhe dar uma incumbência, a de entrevistar Sam, o último descendente de uma linhagem de chefes de cozinha da China Imperial.

O livro me prendeu desde o início e a história as vezes é narrada por Maggie e as vezes por Sam é entremeada pelas memórias do pai, do avô e do próprio Sam. Assim, ao longo do livro acabamos encontrando um pouco da tradição culinária chinesa e um pouco da história desse país.
Uma história leve mas que te deixa com vontade de saborear vários pratos que aparecem ao longo do livro.

A escrita é super detalhista principalmente no que se refere aos aspectos da culinária e eles pintam a arte de cozinhar como uma verdadeira cura para alma. Pois para os chineses a comida e a saúde andam lado a lado. Por isso podemos ver o processo de cura de Maggie a medida que ela começa a conhecer melhor a culinária chinesa.

Uma delícia de leitura.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Cara nova para as memórias:




   Neste mês o Rotarrots sugeriu que fizéssemos um projeto de artesanato e colocássemos o passo a passo. Decidi então fazer uma casinha nova pra minha fada. Transformei meu objeto de memória em um quadrinho. Foi um projeto bem fácil:

Material:

moldura de resina
tinta pva preta
grama falsa
EVA
cola para EVA
objeto que queria preservar



Começei pintando a moldura, foi preciso usar umas três mãos de tinta até cobrir tudo. Depois medi o EVA para fazer o fundo, cortei e colei a grama sintética. Por cima coloquei minha fadinha com cola de EVA.

Projeto fácil e rápido e ainda dei uma cara nova a um objeto querido que andava guardado em uma caixinha. Agora minha fadinha fica no escritório para me dar inspiração pra escrever.
analisando o resultado.



Então, o que acharam da ideia de dar uma cara nova a um objeto querido?

segunda-feira, 16 de março de 2015

Adotar é tudo de bom:

   Após muitas conversar com veterinários, amigos e pessoas conhecidas resolvemos adotar novamente e dessa vez temos um bichinho que se enquadra no estilo de vida de um casal que trabalha fora. Agora, além do coelho temos uma gatinha a Luna.
Ela foi adotada nesse sábado no programa Solidariedade Animal, lá na Praça Saens Pena. Luna tem dois meses e é muito carinhosa e já foi para o veterinário onde tomou suas primeiras vacinas. A doutora também declarou que nossa menina esta bem saudável.


Ela parece bem adaptada e me segue pela casa toda e agora enquanto escrevo ela esta deitada no meu pé. Já miou, pediu colo e ficou um bom tempo levando carinho. Agora que sentei para escrever ela decidiu que era hora da soneca.
 me olhando enquanto escrevo.
 decididamente ela é minha filha pois já demonstra um amor pelos livros.


O coelho ainda esta desconfiado olhando de lado o bicho que mia mas optamos por adotar uma gatinha filhote para que os dois se acostumem um com o outro e virem amigos.
Feliz com essa nova companheira de casa.


quarta-feira, 11 de março de 2015

Objetos Biográficos:

Nos estudos sobre a memória me deparei com uma categoria interessante, a dos objetos biográficos. Segundo Ecléa Bosi, os objetos biográficos são aqueles que envelhecem com o possuidor e se incorporam a sua vida. São aqueles objetos cujo metal se arredonda, eles ovalam, os cabos de madeira brilham pelo contato com as mãos, nestes objetos tudo perde as arestas e se abranda.

Eles, diferentes daqueles da moda não tem apenas um ano de garantia, pois o objeto biográfico é insubstituível, ele é aquele que envelhece conosco e nos dá a sensação de continuidade. Desses que me acompanham pela vida tenho alguns e talvez um dos mais queridos seja minha fadinha de papel machê.


      Essa fada veio da Malasartes, uma livraria infantil que ainda existe no shopping da Gávea. Esse espaço foi meu cantinho da infância, meu passeio predileto onde podia escolher os livros que seriam meus companheiros por muito tempo. Nessa livraria havia um canto em que ficavam expostos alguns objetos e brinquedos artesanais que eu sempre namorava mas que sabia que não ganharia pois o dinheiro que minha mãe juntava era sempre para nos dar livros. Apesar de amar os livros eu também me apaixonei por uma fada que ficava pendurada em um canto. Nem sei por quanto tempo esse amor platônico durou mas um dia minha mãe me deu a fada de presente.
latinha que por anos foi a casinha dela
    Ela virou personagem das minhas brincadeiras, enfeite da minha cômoda, inspiração para sonhos, talismã da sorte e muito mais. Seu nome vinha escrito em uma asa era: Sagabela.

Sagabela um dia perdeu, depois de tanto brincar perdeu uma asa e me deixou desesperada. Como ela ia voar sem uma das azinhas? Resolvi fazer outra usando papéis e tintas que roubei do armário de pintura da minha mãe.  Durante muito tempo ela morou em cima da minha cama, dependurada por um cordão, minha guardiã silenciosa. Por anos ficou guardada em uma caixinha junto com outras coisas queridas para não perder o brilho.

Hoje Sagabela está velhinha, a tinta descascando e as asas ainda são desiguais. Sei que podia pedir para meu marido restaurar minha fada, deixar as asas iguaizinhas, recuperar a pintura, dar uma camada de verniz. Mas quando olho para ela penso que fica melhor assim com a soma de todas as nossas histórias, com as marcas do tempo que eu também tenho. Sagabela é a minha fada e meu objeto biográfico.

Ela ainda é minha fonte de inspiração e está prestes a ganhar uma nova casinha. Pois Sagabela vai fazer parte de um desafio de artesanato. Esperem...

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