quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Projeto Fotográfico de Setembro: Fórmula Secreta

   o Projeto fotográfico do mês de Setembro no Rotarrots tinha como proposta fazermos fotos que mostrassem os ingredientes secretos que me constituem.  Pensei em muitas coisas e tirei várias fotos. No final ficaram essas, espero que gostem:

Livros, livros e mais livros. Eles são meu vício e minha paixão e sempre preciso ter uma pilha esperando para ser lida. Atualmente uso mais o Kindle porém isso não significa que não tenho livros de papel me esperando.

Decorar minha casa. Adoro encher as paredes de coisinhas, ilustrações e propagandas antigas. Um dos passeios prediletos é a feirinha de antiguidade da Praça XV. Adoro garimpar propagandas antigas. Todas viraram quadrinhos aqui em casa.

Essa casinha é repleta de coisas que amo, primeiro a própria casinha pintada por mim e enfeitada com washi tapes, depois minha coleção de matrioskas que ganhei de pessoas queridas e de uma estudante e depois latinhas, miniaturas e coisinhas.

 Já mencionei que amo matrioskas, bem amo tanto que minha primeira tatoo é uma matrioska.
 Tatoo número 2, que fiz quando entrei pro doutorado: meus livrinhso.
 Amor infinito: minha profissão, amo ser professora, dar aulas, preparar, sonhar e realmente acredito que a escola pode ser um lugar muito legal.


Jogos de tabuleiro, adesivos e lenços.....

Então, gostaram de algumas coisas da minha fórmula secreta? Qual a sua?

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Desafio DIY: estamparia manual.

 Segue o Desafio DIY de setembro: Estamparia Manual.   

Esse, foi pra mim um dos exercícios mais divertidos, difíceis e que me deixou com vontade de tentar mais. Já tinha um livro japonês que ensinava a fazer carimbos de borracha há algum tempo mas nunca tinha tentado, apesar dos moldes serem lindos.


 Como não tinha a borracha em casa acabei usando EVA, tirei os moldes, passei pro EVA e testei. Infelizmente não deu certo, como vocês podem ver ficou sem forma e borrado.











Cada molde mais lindo que o outro.













moldes cortados
moldes no EVA




depois de cortar os moldes descobri que els precisavam de uma espécie de suporte. Colei o EVA em tampas e resolvi pegar duas miniaturas de metal e testar se dava pé. Não deu.









Lembrei então que tinha um carimbo de borracha feito por uma amiga querida. Era uma matrioska e eu resolvi testar com ela. Passei a tinta e mais uma vez saiu borrado.


Foi aí que lembrei dos kit de carimbo que eu tinha quando era criança que passavam a tinta com uma espécie de esponja. Peguei uma esponja, cortei pedaços, coloquei a tinta e passei nos meus carimbos: sucesso!















O objetivo era estampar uma camiseta de malha. O resultado ficou aí, gostei e agora quero comprar as borrachinhas para tentar fazer outros carimbos.


Pensei também em comprar aquelas canetas de tecido para fazer alguns detalhes. Acho que ainda vou mexer mais na minha camiseta.
 Mas ficou a curiosidade, alguém conseguiu fazer os carimbos de EVA e estampar?

sábado, 27 de setembro de 2014

7 Músicas para cantar no Karaokê.

   Essa semana estive fora, apresentando trabalhos em um congresso sobre educação em Goiânia e prometo um post sobre a rua 44(pólo têxtil), enquanto não organizo as fotos resolvi fazer mais um meme do rotaroots. Sobre as músicas que eu cantaria em um karaokê, afinal preciso muito cantar enquanto arrumo minhas coisas de volta no armário, lavo roupa e etc...

1- Footloose:


Impossível só cantar, é preciso cantar e dançar pela casa. Igual ao do filme: se liberta.

2-  Another one Bites the Dust:


Nenhum karaokê esta completo sem o Queen. De cantar balançando a cabeça.

3- Rumor has it:


Amo Adele e só isso basta pra entrar na lista.

4- Bibbidi-Bobbidi- Boo


Essa era de infância, toda vez que meu tio ia fazer uma mágica ele cantava pra gente, fazendo uma voz de mago. Fui apaixonada pela música muito antes de ver o filme. Essa vive no meu coração.

5- Vida Louca Vida:



Se desse acho que na minha lista entravam várias do Cazuza. Amo, choro e canto junto.

6- Último Romance: Los Hermanos.



Essa é de valor mega sentimental. Conheci namorido três meses após me separar do meu marido,  estava numa fase que acreditava loucamente que iria virar a louca dos gatos(dos Simpsons).
Saímos, conversamos sem parar por toda a noite e eu só rezava para noite nunca acabar porque não queria ir embora. Começamos a namorar logo depois do primeiro encontro, namorido me apresentou Los Hermanos, juntos fomos ao último show dos caras e espero que namorido seja meu último romance.


7- Vampire Weekend: A-Punk


Essa banda também me foi apresentada por namorido e eu adoro essa música. Outra para cantar, dançar e se sacudir.


Então, gostaram da minha mistura? Eu adorei o exercício. E você quais são as músicas do teu karaokê pessoal?


domingo, 21 de setembro de 2014

5 Comunidades que eu criaria no Orkut:

Desafio proposto pelo rotarrots, nos MeMes de setembro, uma singela homenagem ao Orkut seguem as comunidades que eu criaria.

1-Não Confio em Pessoas que não tem livros em casa:


    Sim, eu sei que muitos malucos lêem e na série Hannibal ele frequentemente aparece lendo um livrinho, mas mesmo assim quando vou na casa de alguém e não vejo nenhum livro me dá um incômodo. Coincidência ou não geralmente não acho assunto para conversar com pessoas sem livros. E mesmo o Hannibal, deve ser uma pessoa interessante para se conversar e acho ele mais confiável que muita gente.(desde de que ele não me ache interresante como prato principal)

2- Coelhos são legais:

Apresento o Senhor Cutão.


   Essa comunidade é para todos que têm um coelho como bicho de estimação e estão descobrindo que esses bichinhos são bem bacanas para se ter. Além de muito fofos.Ao contrário que muitos pensam eles interagem e são bem carinhosos. O meu por exemplo dá lambidinhas simpáticas nos meus pés todo dia de manhã.

3-Compro livros de artesanato que nunca vou usar:
Foto: parte da minha coleção.

    Sério, é impossível não visitar certas livrarias e não levar ao menos um livrinho de artesanato recheado de projetos fofos. A livraria Sol no bairro da Liberdade em São Paulo é um verdadeiro desastre para minha conta corrente. Sempre saio com um livro e um sorriso nos lábios. Falando sério, olha para esses livrinhos, como alguém pode resistir.

4- Eu poderia morar em uma livraria:

ilustração via:http://www.wallpaperzzz.com/cute-library-download/

Sempre que imagino como seria o paraíso ele é bem parecido com uma imensa livraria fofa, cheia de corredores, poltronas confortáveis, bebidinhas gostosas e livros, muitos livros.


5-Amantes de presentes feitos:
colar da Amelie que fiz para uma amiga.

Amo dar presentes para as pessoas, mas para mim os melhores são aqueles que você faz pensando no outro, cria o presente, cozinha, pensa na embalagem, no cartão e na cara da pessoa ao receber. Considero isso a maior delicadez. Vale lembrar que também sou apaixonada por presentes feitos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Mais material de Biju no Aliexpress:

   Essa semana foi recheada de chegadas das minhas encomendas no Aliexpress, mais uma vez comprei material para fazer bijus que não consigo encontrar no Brasil. Comprei camafeus para fazer meus cordões com miniaturas de biscuit.
   Os camafeus são de excelente qualidade e correspondiam a foto. O produto demorou um pouco, mas acho que isso vai ser comum daqui pra frente, com tanta gente comprando na China.
Eles vieram super bem embalados:


reparem que a libélula é um fecho. Estou completamente apaixonada por ela, pois vai dar um acabamento lindo para os cordões.
O link do vendedor é esse: http://www.aliexpress.com/store/910054
Eu recomendo muito.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Chapeleira Maluca

   Sempre fui apaixonada por chapéus, desde nova tinha loucura para poder usar. Não estou falando de bonés, ou daqueles que a gente usa na praia. Meu negócio eram chapéus cheios de personalidade e com uma carinha meio século passado. Tive alguns, que foram usados meio envergonhados porém cada um deles tem uma história especial.

   O primeiro eu adquiri com uns 13 anos quando fui para Portugal. Lá eu fiquei encantada com a possibilidade de poder usar por causa do frio. Gastei um bom dinheiro em um chapéu que lembrava uma coisa meio rapper dos anos 80, ele era preto mas tinha uma virada e o forro era bem psicodélico. Minha família inteira fazendo chacota e eu, lá feliz da vida com meu chapéu.
 
 O tempo passou, eu cresci e a vontade, ao contrário do que acontece não diminuiu. Quando entrei na faculdade ganhei um Borsalino(minha vó que me disse que era esse o nome) marrom igual ao chapéu do Indiana Jones. Era apaixonada por ele mas naqueles tempos não tinha confiança suficiente para ir pra faculdade de história de chapéu a lá Indiana Jones. Uma pena, pois o chapéu se perdeu pelo tempo e pelas mudanças da vida.
 
 Hoje, mais velha e apaixonada por moda percebo várias meninas usando seus chapéus por aí, bem despreocupadas e com carinhas felizes. Era tudo que precisava para adquirir e usar os meus. Não sei se foi a moda ou a cara de pau, mas o fato é que no mês passado chegaram minhas fofuras, vindas direto da China pelo Ali express: comprei nessa loja.
  Vieram em ótimo estado e agora, em 2014 posso realizar o sonho de toda a meninice, andar por aí enchapelada, sem ligar a mínima pros outros. Finalmente feliz com meus chapéus.
O primeiro tem um ar meio anos vinte

o segundo é minha boina parisiense, daquelas pra viver que nem artista.
 cara cansada mas devidamente enchapelada.

na entrada da casa minha linda coleção.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Trailler, documentário Tarja Branca



   Sou fã dos documentários da fundação Alana, eles sempre tratam de temas realizados a infância contemporânea e aos problemas que elas enfrentam. Recomendo muito todos, sobre consumo, e obesidade infantil e o mais novo deles trata do tempo(da falta dele) no brincar.

 Tarja Branca, vem de encontro a um dos temas que me deparei na minha última pesquisa com crianças a questão do tempo regrado, das mil coisas pra fazer, da rotina com cursinho, balett, natação, escola ou seja a infância sem tempo de ser criança. Lembro que quando me deparei com o material da pesquisa me bateu um desespero, me senti sufocada com as rotinas dos meninos que parecem ser um eterno fazer, como se fossem pequenos empresários já com mil compromissos.
   Recomendo o documentário para podermos pensar ainda mais sobre a infância e suas questões.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails